Agricultura Biológica

pdr2020   

 

  • Assistência técnica em agricultura Biológica

     

    Assistência Técnica

     

    Horta | Pomar | Frutos secos | Vinha Olival

    Espargo | Morango |  Pequenos Frutos

     

  • Publicações
     
     
    Guia de factores de produção para Agricultura Biológica 2018  NOVO
     
    (lista de adubos, correctivos e pesticidas autorizados em agricultura biológica em Portugal)
     
    As bases da agricultura biológica (esgotado)
     
    Tomo I – Produção Vegetal
    (manual completo ilustrado)
     
  • Elaboração de candidaturas e acompanhamento técnico

     

    Projectos PDR2020

     

    Acção 3.1. Jovens Agricultores

    Acção 3.2. Investimentos na Exploração Agrícola

    Acção 10.2 - Pequenos investimentos na exploração agrícola

     

  • Registo de matérias fertilizantes na DGAE

    Registo de matérias fertilizantes não harmonizadas na DGAE

    e pedido de autorização para agricultura biológica na DGADR

     

    As empresas que comercializam matérias fertilizantes não harmonizadas em Portugal, são obrigadas, pelo D.L. nº 103/2015, a registar os seus produtos na DGAE.

    Prestamos serviços que acompanham todo o processo até à conclusão do processo de registo incluindo o preenchimento dos formulários e a sua entrega na DGAE. 

     

 

Destaques

  • Guia de Fatores de Produção para a Agricultura Biológica - 5ª edição – 2018

    Já está disponível o Guia de Fatores de Produção para a Agricultura Biológica - 5ª edição – 2018 A nova edição do Guia dos produtos disponíveis no mercado nacional para a agricultura biológica (AB) na componente da produção vegetal, foi publicada em Março 2018. Inclui oito tipos de fatores de produção: -Fertilizantes e substratos, produtos fitofarmacêuticos, organismos auxiliares, armadilhas e difusores, sementes e plantas de viveiro, outros meios de fertilização, outros meios de proteção fitossanitária, e plástico biodegradável. No caso das matérias fertilizantes não harmonizadas (não classificadas como adubo CE) é necessário um registo na DGAE (Direção Geral das Atividades Económicas) ao abrigo do Dec-lei 103/2015 para a agricultura em geral, e uma autorização da DGADR (Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural) para a agricultura biológica. Isto cria uma necessidade de maior atualização nos fertilizantes orgânicos e organominerais autorizados em AB, pelo que a partir desta edição a Agro-Sanus tem como objetivo uma publicação anual. Também se prevê para 2018 a aprovação e publicação de nova legislação comunitária para a agricultura biológica. Esta será depois regulamentada para entrar em vigor nos anos seguintes e irá obrigar a uma nova atualização da lista de fatores de produção autorizados. Para a aquisição da presente edição (nº 5 /2018) as encomendas podem ser feitas para jferreira@agrosanus.pt com a indicação do nome, NIF e morada, para a emissão da respetiva fatura. Esta será enviada por e-mail e, após o seu pagamento, o Guia será enviado juntamente com a fatura e o recibo. O preço de capa é de 10 euros, com despesas de envio de 2 euros, ou seja um total de 12 euros, já com o IVA incluído. Para quem prefira comprar em mão no nosso escritório (Calçada do Moinho de Vento, nº 4-2ºD, 1150-236 Lisboa) podemos atender mediante marcação prévia. Em Lisboa está também disponível na sede da AGROBIO - Associação Portuguesa de Agricultura Biológica (Lumiar), e na Livraria Agrolivro (edifício central do ISA - Instituto Superior de Agronomia / Tapada da Ajuda). Na zona do grande Porto, no Cantinho das Aromáticas, V. N. Gaia. Esperamos que este trabalho seja um contributo para o desenvolvimento da agricultura biológica em Portugal, em particular para o aumento das áreas de culturas viradas para o mercado (que são minoritárias em comparação com as pastagens), e da respetiva produtividade. Julgamos ser também um contributo positivo para a aplicação da “Estratégia nacional para a agricultura biológica” aprovada pelo Governo, e que está em vigor, apesar da falta de dotação orçamental para a grande parte das medidas.    
  • Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica (ENAB)

    Foi publicada, no passado dia 27 de Julho, a Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica em Diário da República – Resolução do Conselho de Ministros nº 110/2017. O documento inclui dois anexos. O anexo I apresenta a ENAB e o anexo II corresponde ao Plano de Ação. O anexo I descreve a evolução da Agricultura Biológica (AB) e da Produção Biológica (PB) em Portugal (1994-2015) (PARTE I) e apresenta os objetivos estratégicos e eixos de ação - PARTE II. O anexo II corresponde ao Plano de Ação, onde são explicitadas as ações a desenvolver e quais as entidades responsáveis pelas mesmas.
  • Que fraude nos biológicos?

    O artigo da Visão de 29.6.2017 aponta a presença de resíduos de pesticidas de síntese química em alimentos de agricultura biológica, onde estão proibidos. Foram detetados pesticidas em 21 dos 113 alimentos analisados (18,5% das amostras). Apenas um alimento (0,9%)tinha resíduos acima do limite máximo (LMR) legal para a produção convencional (caso do glifosato em couve-coração).Em cinco outros é referido que os teores estão acima dos níveis indicativos de possível fraude para a produção biológica (valores estes que são menores que o LMR).
  • A UE deveria investir mais em investigação em agricultura biológica

    Um novo estudo da Université Catholique de Louvain (Be) e do Organic Research Centre (UK) indica que o aumento do investimento em investigação em agricultura biológica trará as respostas a diversos problemas ambientais e sociais dos sistemas de produção agrícolas europeus.
  • PDR2020 – novas regras

    As novas regras para a preparação e submissão de projetos ao PDR2020 já estão disponíveis. A AGRO-SANUS continua a trabalhar em Projetos de Investimento na Exploração Agrícola (Ação 3.2), Projetos de Instalação de Jovens Agricultores (Ação 3.1) e Pequenos Investimentos na Exploração Agrícola (Medida 10.2). Os nossos projetos desde sempre contemplaram visita inicial à exploração agrícola e recolha de amostras de terra para análise com base nas quais são efetuados os cálculos das fertilizações.

A UE deveria investir mais em investigação em agricultura biológica

MPBUm novo estudo da Université Catholique de Louvain (Be) e do Organic Research Centre (UK) indica que o aumento do investimento em investigação em agricultura biológica trará as respostas a diversos problemas ambientais e sociais dos sistemas de produção agrícolas europeus.

O estudo, encomendado pelo Partido Os Verdes, do Parlamento Europeu, revela um paradoxo entre o investimento potencial e o investimento actual na investigação sobre agricultura biológica.

De acordo com o estudo, há evidência científica sobre a melhor capacidade de resposta da agricultura biológica aos desafios ambientais do que a agricultura convencional - melhor a reduzir os impactos ambientais, mna redução do uso de antibióticos na produção animal, na qualidade dos alimentos e na criação de emprego.

Apesar disso, a agricultura biológica apenas recebe 1 a 5% do orçamento para a investigação na agricultura.

Mais investimento na investigação permitiria à agricultura biológica maior capacidade de resposta e ajudaria a tornar os sistemas de produção alimentar mais sustentáveis.